Bandidos fazem arrastão em prédio no Jardins e roubam mais de R$ 10 mil.

De acordo com informações da Folha de S. Paulo, um grupo de dez homens armados invadiu um prédio na região dos Jardins, na zona oeste de São Paulo, na noite de sábado (23), e promoveu um arrastão nos apartamentos. 

O assalto aconteceu por volta das 20h na alameda Jaú. A polícia informou que os bandidos utilizaram um Honda Fit com placa clonada de um dos moradores para entrar no edifício. A partir daí, fizeram o zelador de refém e passaram a render os moradores, mantendo-os confinados no apartamento do zelador, localizado no térreo.

Os assaltantes levaram um morador por vez para realizar o roubo nos apartamentos. Ao todo, foram roubados cartões bancários, bolsas, documentos, joias, celulares, relógios de pulso e uma quantia de pelo menos R$ 10.500, sendo U$ 1.150 (cerca de R$ 2.300), 2.000 euros (cerca de R$ 5.230) e R$ 3.000.

O computador que continha as imagens da câmera de segurança do prédio foi levado pelos bandidos. O caso deve ser investigado pelo Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais).

Moradores do Piauí comem rato rabudo para matar fome na seca


A comida escassa devido à seca está fazendo piauienses caçarem roedores para complementarem a alimentação. No distrito de Brejinho, no município de Assunção do Piauí (273 km de Teresina), todos os dias no fim da tarde é comum ver moradores saindo para as áreas de grutas para colocarem armadilhas para pegar o “rato rabudo”.

A caça ao animal é artesanal, e a armadilha é feita com pedra e gravetos. “Quando o rabudo passa pela armadilha, a pedra cai em cima e ele morre sufocado. No dia seguinte, a gente vai logo cedo ao local buscar o animal para já ser consumido no almoço”, disse o morador de Brejinho Genivaldo Bezerra, 35.

A reportagem do UOL tentou encontrar em alguma residência um rato para consumo, mas os moradores explicaram que como passam muita fome consomem logo o animal. “Como não tenho dinheiro para comprar carne, aqui é caçando, tratando e comendo o rabudo. Ninguém fica com ele na geladeira por muito tempo porque passamos fome e vamos logo comendo”, disse Bezerra.

ANS leva até 12 anos para julgar operadoras de planos de saúde


Órgão do governo responsável por fiscalizar os planos de saúde, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) leva até 12 anos para analisar processos em que operadoras de planos de saúde são acusadas de irregularidades contra seus clientes.

Nas últimas três semanas, a Folha analisou 765 processos julgados pela diretoria da ANS entre janeiro e fevereiro. Desses, 522 tramitavam havia cinco ou mais anos na agência.

Os outros 243 processos levaram de um a quatro anos para conclusão. Operadoras condenadas ainda podem recorrer à Justiça para escapar das multas que vão de R$ 5.000 a R$ 1 milhão.

A demora faz com que punições sejam canceladas e multas reduzidas porque anos depois da abertura do processo regras foram extintas ou alteradas.

A ANS não tem poder para determinar que a operadora respeite a lei atendendo ao consumidor. A multa, porém, serve como prova para o usuário recorrer à Justiça.

Há ainda casos em que a multa sugerida foi reduzida ou anulada pela diretoria colegiada da agência, composta por indicações políticas, sem que as explicações para tanto fossem registradas em ata.